Beijar é muito bom.
Freud diria que gostamos de beijar porque assim evocamos o primeiro gesto de sobrevivência do bebê quando nasce. Podemos estar cansados, sem dinheiro, sem trabalho e até mesmo sem esperança, mas um beijo bem dado é capaz de fazer renascer o que no fundo nunca perdemos: a lembrança de que a vida começa num beijo.
Freud diria que gostamos de beijar porque assim evocamos o primeiro gesto de sobrevivência do bebê quando nasce. Podemos estar cansados, sem dinheiro, sem trabalho e até mesmo sem esperança, mas um beijo bem dado é capaz de fazer renascer o que no fundo nunca perdemos: a lembrança de que a vida começa num beijo.
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